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Planilha ou sistema para clínica?

A planilha resolve o começo. O problema aparece quando entra a segunda pessoa na agenda, a ficha clínica e a foto da paciente.

Atualizado em

Quase toda clínica começa com uma planilha, uma agenda de papel ou a agenda do Google. Não há nada de errado nisso: no começo, com poucas pacientes e uma pessoa atendendo, ela resolve. A pergunta é até quando.

Quando a planilha funciona

  • Você atende sozinha e marca tudo você mesma.
  • A agenda tem poucos horários por dia.
  • A ficha clínica fica no papel, guardada na clínica.
  • O controle financeiro é o caixa do dia.

Nesse cenário, um sistema é conforto, não necessidade.

Onde a planilha começa a falhar

Agenda com mais de uma pessoa

Duas pessoas mexendo na mesma planilha é o caminho para dois atendimentos no mesmo horário, ou na mesma sala. A planilha não avisa o conflito, não bloqueia o horário do almoço e não mostra a agenda de cada profissional separada.

Ficha clínica e dado de saúde

Para a LGPD (Lei 13.709/2018), dado de saúde é dado pessoal sensível, com proteção maior. Uma planilha compartilhada não separa quem pode ver o quê: quem tem o link vê tudo, inclusive a recepção. Também não registra quem abriu a ficha de cada paciente nem guarda as versões quando alguém altera um dado. A clínica é a responsável pelos dados das pacientes, e "estava na planilha" não é uma boa resposta se algo vazar.

Fotos de antes e depois

Na planilha não cabe foto. Ela acaba no celular de quem atende, misturada com as fotos pessoais e com a localização de onde foi tirada.

Pacotes, faltas e confirmações

Saldo de pacote na planilha depende de alguém lembrar de descontar. Confirmação da véspera vira uma hora copiando nome e telefone para o WhatsApp. E saber quem sumiu, quem está com retorno vencido ou quem faz aniversário hoje exige um trabalho que ninguém tem tempo de fazer.

Histórico

Na planilha, quem apagou uma linha apagou de vez. Não há como saber o que mudou, quando e por quem.

Sinais de que passou da hora

  • Entrou a segunda pessoa na agenda.
  • Você vende pacote de sessões.
  • As faltas estão pesando no mês.
  • Já perdeu uma ficha ou uma foto.
  • A comissão da equipe é calculada na mão no fim do mês.
  • Você passa mais tempo organizando a clínica do que atendendo.

Dois ou mais desses e o sistema já se paga com o tempo que devolve.

Como migrar sem dor

A parte que assusta é recomeçar do zero, e ela não precisa existir. Na LeviaClin, a planilha de pacientes entra pela importação: você envia o arquivo em .xlsx ou .csv, escolhe qual coluna é o nome, o celular e a data de nascimento, e importa. Quem já estiver cadastrado não é duplicado: a linha só completa o que faltava. Dado que não confere, como um CPF errado, vira aviso para você corrigir.

As fichas de anamnese já vêm prontas para cada área e podem ser ajustadas. Depois, é só seguir: as próximas pacientes preenchem a ficha pelo link no celular, antes de chegar.

Se quiser comparar o custo, veja quanto custa um sistema para clínica. Se a dúvida é se dá para continuar sem pagar nada, lemos as opções em sistema para clínica gratuito.

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